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Plicoma: nem todo precisa ser removido — como saber?

Dra. Greice Suéli

Todo plicoma precisa ser removido? Não. Plicoma não é doença — é uma pequena dobra de pele, geralmente inofensiva. Só faz sentido tratar quando ele incomoda (estético, higiene ou desconforto). Se não incomoda, muitas vezes a melhor conduta é não fazer nada. A decisão é sempre individual.


Plicoma não é doença. Começo por aqui porque essa única frase já tira o peso das costas de muita gente que chega aqui assustada, achando que descobriu um problema grave.

Mas “não é doença” não significa “não pode incomodar”. E é nesse meio-termo que mora a pergunta certa: o seu plicoma precisa de alguma coisa, ou não?

O que é um plicoma

Plicoma é uma pequena dobra ou excesso de pele — pode aparecer em diferentes regiões do corpo, inclusive na região íntima e anal. Na imensa maioria das vezes é totalmente inofensivo: não dói, não evolui, não traz risco. É só pele a mais.

O que ele às vezes traz é incômodo — e aí o tipo de incômodo é que define a conduta.

Quando faz sentido tratar

De forma geral, vale considerar quando o plicoma:

  • Incomoda esteticamente e mexe com a sua autoestima ou a forma como você se sente.
  • Atrapalha a higiene da região no dia a dia.
  • Gera desconforto com roupas, atividades ou no atrito.

Repara que o fio condutor é sempre você — o quanto aquilo pesa na sua rotina e na sua confiança. Não existe obrigação de tratar algo que é inofensivo.

Quando NÃO precisa de nada

E aqui vai a parte que pouca gente fala: muitas vezes a melhor conduta é não fazer nada. Se o plicoma não te incomoda, não atrapalha higiene e não causa desconforto, ele pode simplesmente seguir ali, em paz. Tratar por tratar não é cuidado — é excesso.

Eu prefiro ser a profissional que te diz “isso não precisa de nada” do que a que indica procedimento para tudo. Tratar a causa, não inventar sintoma.

Como saber qual é o seu caso

A única forma honesta de responder “o meu precisa?” é com avaliação individual. Eu olho a região, entendo o que te incomoda (ou se incomoda), e a partir daí te digo com sinceridade: dá para tratar de forma estética e não-cirúrgica, vale acompanhar, ou simplesmente não há necessidade. Como farmacêutica esteta, faço isso com foco na sua segurança e no seu conforto.

E, como em tudo na estética, não existe procedimento “sem risco nenhum” — o que existe é a indicação certa, feita com responsabilidade, quando ela de fato faz sentido para você.


Se você descobriu um plicoma e ficou na dúvida entre “tratar” e “deixar quieto”, essa dúvida tem resposta — mas ela é sua, individual.

Em Cascavel, eu te avalio com discrição e te digo, sem empurrar nada, o que o seu caso pede. Me conta: ele te incomoda de verdade, ou é mais o susto da descoberta? 📩 Agende sua avaliação ou me chama no direct 💌